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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Qual a importância de contratar um bom antivírus para sua empresa?




Com o grande aumento do número de pequenas e microempresas, há um crescimento da quantidade de informações confidenciais.

Quem tem uma empresa sabe que é necessário proteger os computadores, com o objetivo de preservar as informações estratégicas e privadas da organização. As organizações devem sempre utilizar um antivírus corporativo, para garantir que não haja infiltrações e evitar roubos e as invasões do sistema.
Quais são os problemas causados por vírus?
As ameaças virtuais vêm de vários lugares: e-mails, websites suspeitos, pendrives e até mesmo de programas baixados ilegalmente, que muitas vezes trazem consigo malwares, worms, rootkits ou até mesmo os chamados cavalos de troia, que deixam o sistema da empresa totalmente vulnerável. Quando os computadores corporativos são infectados, isso causa uma grande lentidão da rede, o que diminui a produtividade dos funcionários e abre brechas para o vazamento de informações confidenciais.

Por que optar por um antivírus corporativo?

Muitas vezes os empresários não conhecem os riscos de se utilizar soluções de antivírus domésticas para proteger as máquinas de suas empresas, e, assim, optam por essa estratégia, por acreditarem que estão fazendo economia. Eu jamais recomendaria isso, pois essas ferramentas são pouco eficazes, pois não foram projetadas para esse fim. Dessa forma, se o sistema da empresa for infectado por um vírus, todo o dinheiro que foi salvo pelo não uso de um antivírus corporativo poderá ser empregado para conter as ameaças.
Outro problema que as organizações podem vir a enfrentar é que, ao usar soluções antivírus não-corporativas, essas empresas infringem a Lei Brasileira de Software, podendo ter que responder na justiça por esse deslize.

Quais as vantagens um bom antivírus corporativo pode trazer para a minha empresa?

Os antivírus corporativos são projetados com o objetivo de proteger as corporações e são, dessa forma, mais adequados para as suas necessidades específicas. Dentre os benefícios que a adoção de tal recurso traz, podemos citar:
  • Maior rapidez na detecção de vírus e de ameaças virtuais;
  • Não há sobrecarga dos computadores da empresa por serem mais leves, evitando a lentidão do sistema;
  • Gestão de processos mais simplificada, já que, a partir de uma mesma tela, é possível proteger todos os computadores, dispositivos móveis e servidores de uma só vez;
  • Avisos e atualizações automáticas dos programas usados na empresa. Muita gente não sabe,mas já aviso: programas desatualizados podem abrir brechas para a entrada de ameaças virtuais na rede da organização;
  • Controle de sites suspeitos, para evitar que sejam acessados e infectem o sistema da empresa;
  • Restrição do uso de dispositivos móveis (como, por exemplo, pendrives), que podem ser usados nas máquinas e infectar diversos computadores ao mesmo tempo;
  • Prevenção de fraudes bancárias, por ser um sistema mais robusto e seguro;
  • Auxílio de suporte técnico em eventuais problemas ou dúvidas que possam aparecer durante o uso do programa.
Como você provavelmente já deve ter entendido, ao deixar o sistema desprotegido, a empresa corre grande risco de ter eventuais problemas. O uso de antivírus corporativo é essencial para a proteção dos dados da empresa, e seu uso deve ser algo indispensável para a saúde tecnológica do negócio. 
Sua empresa já utiliza um bom antivírus? Se não, já teve que enfrentar problemas de infecções ou vazamento de informações? Restou alguma dúvida sobre o assunto? Fonte: guia Empreendedor
entre em contato agora mesmo com a RenovareIT e desmistifique este mistério!


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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Saiba como usar o Firefox Send para enviar arquivos de até 1 GB

Mozilla lançou um serviço de compartilhamento de arquivos autodestrutivos, o Firefox Send. Com ele, é possível enviar arquivos de até 1 GB para um amigo, e ele pode baixá-lo apenas uma vez em um período de 24 horas.



Assim que o arquivo for baixado uma vez, ele é automaticamente apagado dos servidores da Mozilla. Depois de um período de 24 horas, se ninguém fizer o download, ele também é deletado.

1. Escolha o arquivo que você quer enviar para a nuvem
Entre no site do Firefox Send. Logo na página inicial você encontra uma área para arrastar o arquivo que quer enviar (lembrando que o tamanho máximo é 1 GB), acima de um botão caso você prefira selecionar o arquivo no seu computador.
Reprodução
Os arquivos serão automaticamente criptografados enquanto são enviados para os servidores da Mozilla. A fundação diz que não consegue acessar o conteúdo do arquivo e só mantém ele nos servidores até que ele seja apagado.
2. Copie o link do arquivo
Com o envio feito, é fácil copiar o link para enviar para amigos: ele aparece em uma caixa de texto logo na parte central da página. Um botão azul copia o link automaticamente para a área de transferência, e depois é só colar em outro lugar para enviar aos amigos.
3. Se quiser, exclua o arquivo
Também há a opção de excluir o arquivo antes das 24h em que ele permanece nos servidores da Mozilla: é só clicar no botão "Excluir arquivo" que aparece logo abaixo da caixa com o link para o arquivo.
4. Ou então envie outro arquivo
A última opção é clicar em "Enviar outro arquivo" para repetir o processo e deixar outro arquivo temporariamente nos servidores da Mozilla.


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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Já é possível instalar e testar o Windows 10 S no seu PC; veja como:


A Microsoft liberou nesta semana uma ferramenta que permite converter a sua instalação do Windows 10 em Windows 10 S, o novo sistema operacional da companhia, que, apesar de mais limitado por rodar apenas os aplicativos da Windows Store, oferece ganhos de desempenho e segurança pelo mesmo exato motivo.
A proposta não é vantajosa para boa parte dos usuários do Windows 10, mas a ideia da Microsoft é atrair especialmente escolas, onde essas restrições fazem bastante sentido. Nada impede, no entanto, que você instale o sistema em seu computador para testar se vale a pena.
Antes de qualquer coisa, a Microsoft é bem clara ao informar que essa instalação não é recomendada para qualquer um. A empresa dá uma lista de orientações, como o fato de que o Windows 10 S:
  • É direcionado para clientes educacionais testarem a compatibilidade com seu hardware;
  • Pode não funcionar com drivers de alguns dos periféricos ou componentes, podendo ocasionar perdas de funcionalidade;
  • Possui limitações de software que outras edições do Windows 10 não têm, mais especificamente a de ser limitado a apps da Windows Store;
  • Não roda softwares win32, o que ocasionará a perda de todos os dados associados ao software, mesmo se eles estiverem pagos.
Para quem está disposto a encarar essas restrições, a empresa dá a lista de versões do Windows 10 que podem ser substituídas pelo Windows 10 S:
  • Windows 10 Pro;
  • Windows 10 Pro Education;
  • Windows 10 Education;
  • Windows 10 Enterprise.
Se você é corajoso e sua versão do Windows 10 se qualifica para fazer a instalação de testes do Windows 10 S, é hora de pensar no backup. A Microsoft afirma que, ao instalar o novo sistema, arquivos pessoais não serão perdidos, mas todos os softwares instalados no PC serão removidos por falta de compatibilidade com a versão S.
A empresa orienta seus clientes a criarem uma unidade de recuperação do Windows 10 antes de fazer a migração. Para isso:
  1. Procure por “Criar uma unidade de recuperação” na ferramenta de busca na barra de tarefas do Windows (no ícone da Cortana);
  2. Na ferramenta, certifique-se de marcar a opção “Faça backup dos arquivos do sistema na unidade de recuperação” e pressione “Avançar”;
  3. Coloque um pendrive no computador, selecione-o e clique em “Avançar” e, em seguida, em “Criar”;
  4. O processo vai demorar. Ao final, você verá a opção de remover a partição de recuperação do PC para tê-la apenas no pendrive. Se quiser liberar espaço no computador, remova; se não precisar de espaço, não é necessário apagar.
Por fim, se você resolver voltar para a versão convencional do Windows 10 em até 10 dias, o sistema guarda todas as informações para desfazer a migração. O passo a passo é simples, bastando apenas entrar no aplicativo de "Configurações" > "Atualização e segurança" > "Recuperação". O processo deve manter seus arquivos pessoais, mas removerá todos os apps instalados e as mudanças feitas nas configurações do sistema.
A Microsoft afirma que, para ser possível voltar para o sistema anterior por este método, você deverá manter todo o conteúdo pastas “windows.old” e “$windows.~bt” intacto. Se não for possível utilizar este método, a Microsoft ainda recomenda outras alternativas, como restaurar as configurações de fábrica do PC, que pode ser feito no em Configurações > Atualização e segurança > Recuperação > Restaurar o PC > Começar agora. Então basta procurar pela opção de restaurar as opções de fábrica. Também é possível fazer uma nova instalação limpa do Windows 10 se você tem uma mídia preparada para isso.
Pronto, já tomou todas as precauções? Está com coragem?
Agora você já pode baixar a ferramenta de instalação do Windows 10 S. Isso pode ser feito neste link. Após o download, basta esperar o download do sistema e pressionar “Avançar” quando for solicitado. O processo é bastante intuitivo.
Fonte: Olha Digital
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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Usando o Windows 10? Veja as configurações que você pode desabilitar


O sistema operacional Windows 10 possui algumas configurações que podem atrapalhar por questões de privacidade, rapidez ou conveniência. Veja oito configurações que são ativadas por padrão, mas que é possível desativar:
  1. Atualizações de compartilhamento de arquivos
    Um dos recursos do Windows 10 é o sistema de entrega de atualizações otimizado, que permite fazer o download de atualizações de outros computadores com o Windows 10 pela internet e não apenas dos servidores da Microsoft.
    É possível desativá-lo acessando as “Configurações” e depois “Atualização e Segurança”. Vá até as “Opções avançadas” e desative a opção “Fornecer atualizações para outros produtos Microsoft quando eu atualizar o Windows”.
  2. Notificações
    A Central de Ações do Windows é um acesso rápido para todas as notificações. Para evitar receber alertas toda hora, vá em “Configurações”, depois em “Sistema” e em “Notificações e ações”. Desative as opções “Obter notificações de aplicativos e outros remetentes” e “Obter dicas, truques e sugestões de como usar o Windows”.
  3. Sugestões de aplicativos
    O Windows costuma sugerir aplicativos para o usuário através do menu Iniciar. Para desativar essa função, vá em “Personalização”, lá nas configurações, depois acesse a opção “Iniciar” e desative a opção “Ocasionalmente mostre sugestões em Iniciar”.
  4. Anúncios segmentados
    A Microsoft acompanha as suas preferências e hábitos de navegação para utilizar em anúncios segmentados. Para evitar que isso aconteça, entre em “Privacidade” nas configurações e, na aba “Geral”, desative a opção “Permitir que os aplicativos usem minha ID de anúncio para experiência entre aplicativos”.
  5. Cortana
    Ao configurar a assistente pessoal Cortana, o sistema recolhe diversas informações para reconhecer o usuário. Caso você não queira, em “Privacidade”, vá em “Fala, escrita à tinta e digitação” e clique em “Parar de acessar minhas informações”. 
  6. Aplicativos em segundo plano
    No Windows 10, muitos aplicativos serão executados em segundo plano, o que significa que eles podem receber informações, enviar notificações, baixar e instalar atualizações sem a interação com o usuário. 
    Para desativar, vá em “Privacidade”, depois em “Aplicativos em segundo plano” e escolha os aplicativos que quer desativar a função. 
  7. Sincronização
    Para evitar que seu histórico de pesquisa seja sincronizado entre os seus dispositivos, vá em “Configurações”, depois em “Contas” e em “Sincronizar configurações”. Desative as opções que desejar.
  8. Interface
    Se você preferir velocidade e simplicidade nos efeitos visuais do Windows 10, procure no sistema por “Ajustar a aparência e desempenho do Windows” e selecione o que deseja desabilitar. Fonte Olhar Digital
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

AMD lançará processadores top de linha com 16 núcleos nos próximos meses



A fabricante de processadores AMD mostrou recentemente a linha Ryzen, que concorre com os produtos da Intel no segmento intermediário de chips para computadores pessoais. No entanto, a empresa tem ambições maiores, e anunciou ontem que lançará em breve processadores com performance de ponta de 16 núcleos.
O anúncio foi feito por ocasião de uma conferência da empresa com seus investidores (o documento apresentado na conferência pode ser visto aqui em pdf). Nela, a empresa mencionou pela primeira vez os processadores AMD Threadripper, que serão voltados para o mercado ultra-premium de PCs e trarão 16 núcleos de processamento e 32 threads. O lançamento deles está previsto para o verão de 2017 no hemisfério norte - na prática, o período de julho a setembro.

Estratégia
De acordo com a empresa, o objetivo com esse lançamento é expandir seu mercado para incluir os consumidores em busca da melhor performance que o dinheiro pode comprar. Embora a AMD tenha uma boa briga com a Intel no ramo intermediário, os processadores top de linha da Intel ainda são mais procurados que os da AMD. Ao que parece, portanto, a AMD pretende mudar esse cenário.
É provável que a estratégia que a empresa adotará para isso seja a mesma que já usa: oferecer performance semelhante aos chips da Intel por preços mais acessíveis. No mesmo documento, a AMD revelou também que pretende complementar a linha Ryzen já lançada com uma nova série, a Ryzen 3 - ela deverá equivaler, grosso modo, à linha Core i3, da Intel. Processadores Ryzen para notebooks devem chegar em breve também.
Com 16 núcleos e 32 threads, o AMD Threadripper pode representar um verdadeiro salto de magnitude de potência para a AMD. No entanto, a Intel parece também ter algumas cartas na manga para este ano: uma imagem que apareceu pela internet ontem sugere que a empresa pretende expandir sua linha Core para incluir uma série de processadores i9.

Fonte: Olhar Digital


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terça-feira, 9 de maio de 2017

Empresas alemãs planejam companhia europeia de armazenamento de dados pessoais

Plano se espelha em iniciativa do Facebook de unificar cadastro em sites.

 

Empresas alemãs dos setores financeiro, automotivo e editorial estão em conversas para formar uma companhia europeia focada em armazenamento seguro de dados pessoais. A justificativa seria a facilidade aos clientes, que poderão fazer compras online sem precisar preencher suas informações pessoais várias vezes.
O plano se espelha a uma iniciativa do Facebook, que criou o Facebook Connect para permitir o cadastro em vários sites de compras com uma única identidade.
Allianz, Axel Springer, Daimler, Deutsche Bank, o grupo de estudos de tecnologia Core, e o provedor de serviços de localização Here Technologies assinaram uma declaração de intenção de estabelecer uma plataforma de registro, identidade eletrônica e serviços de dados, disse o grupo de empresas nesta segunda-feira (8).
"A ideia por trás da cooperação é proporcionar uma resposta europeia competitiva", disseram as companhias.
Respondendo às preocupações sobre privacidade e segurança, o grupo de empresas disse que o novo empreendimento "visa garantir os mais altos padrões de segurança e proteção de dados".
A iniciativa europeia ainda levará alguns meses para ser lançada, mas o grupo anunciou seus planos antes para atrair mais parceiros. 
Fonte: G1
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quinta-feira, 20 de abril de 2017



Tecnologia da informação: custo ou investimento?

Custos e Investimentos são resultados bem expressivos, contudo não é possível saber qual percentual foi visto como investimento e quanto foi custo. Antes de tudo temos que entender o que é investimento e o que é custo. O primeiro representa a aplicação de um capital com intuito de aumentar a capacidade de produção da companhia, esperando que haja um lucro maior que o capital investido. Já os custos são as representações dos gastos necessários para produzir ou comercializar os produtos já existentes. Os custos representam, portanto, gastos de manutenção daquilo que a companhia já possui.
É válido afirmar que os investimentos são feitos principalmente nas companhias e não em TI, pois é da diferença entre os valores gerados das vendas dos produtos/serviços, e dos custos imprescindíveis para a sua elaboração, que resultará o lucro desejado, porém estes nem sempre estão ligados aos ativos de TI. Esses ativos irão contribuir para que os lucros sejam gerados, entretanto não serão eles os produtos comercializados.
-O que levar em consideração
Partindo do princípio descrito acima, os valores em ativos de Tecnologia da Informação podem ser considerados tanto custos quanto investimentos, dependendo das atividades que são inseridos. Quando é visto como custo deve ser tratado da mesma forma como são vistos outros gastos. Incluem gastos com publicidade, insumos, energia e outros necessários para que a companhia ofereça seus produtos com maior valor de mercado em relação aos necessários para sua produção. Ou seja, os valores empregados em TI contribuem para agregar valor ao produto e assim aumentar o lucro da companhia.
Os gastos com TI também representam um investimento quando são determinantes para a empresa criar novos produtos. Isso faz com que se questione se os valores são imprescindíveis para o crescimento do negócio ou sua inserção em novos mercados, e não apenas para a criação de valor. É válido salientar que os custos contribuem para o aperfeiçoamento e a comercialização dos produtos, uma vez que eles estão condicionados também à criação de uma identidade junto ao mercado.
-Quando investir
Muitos empresários enxergam os gastos em tecnologia como um investimento necessário para o bom direcionamento do negócio. Aqueles que prezam por sua evolução tecnológica fazem investimentos cada vez maiores, uma vez que a área pode sofrer com acomodações. Trata-se de um mercado em constante evolução, tanto para as empresas, quanto para os usuários e profissionais.
Os empresários enxergam os investimentos como justificáveis, sobretudo quando se avalia os benefícios em potencial, entretanto as estimativas devem ser feitas levando em consideração um pequeno grau de imprecisão, erros que podem surgir e riscos integrados. É uma falha acreditar que a companhia que investe muito em TI terá um resultado maior e mais crescimento, uma vez que essas variantes independem do nível do montante investido, mas sim de gestão eficiente e adequada à realidade da organização.
-Precauções
Antes de investir em tecnologia, a empresa deve avaliar se pode tornar as ações mais eficientes. Além disso, é preciso analisar algumas questões, como em qual tecnologia ela precisa investir  e quem serão os gestores e se essa trará pontos positivos. Uma boa alternativa é colocar no papel os prós e contras dos investimentos, qual a importância e quais valores serão agregados com ele.
O ambiente corporativo necessita de soluções tecnológicas, principalmente quando utilizadas de maneira correta, o que abrirá um novo leque de opções benéficas. Entre elas estão a gestão da informação mais eficiente e uma integração maior com as metas, objetivos e a estratégia do negócio. Caso não haja uma análise consistente, a maior parte dos investimentos se tornam custos desnecessários para as organizações, não rendendo qualquer retorno.



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